Destacando o valor e importância das boas amizades e mencionando a falsidade

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Sabe aquela tão famosa frase ‘ AMIGOS  SÃO A FAMÍLIA QUE ESCOLHEMOS TER ‘ ? 

POIS É, eu sou dessas pessoas ingenuas e demasiadamente afetuosas que a leva a serio! 

Mas diferente do que costumo pensar,  nem todo mundo,  a maioria na verdade não é assim. A Jessica (a naja) com certeza não pensa assim. 
Nos conhecemos a cerca de cinco anos atras, certa vez deixei um livro que estava lendo sobre uma mesa no trabalho, ela perguntou a quem pertencia e eu respondi, ela havia lido o tal livro, e então começamos a conversar.

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Trocamos filmes, livros, series, e mais tarde cartas, sim CARTAS. Pois eramos de departamentos e andares diferentes no prédio onde trabalhávamos, e devido o fato de que gostamos de escrever/e ler, e  mau nos víamos,  passamos a escrever duas ou até três vezes por semana. Nas cartas falamos muito sobre  cinema e livros, mas também sobre sonhos, objetivos pessoais, e  claro sobre homens.  O tempo passou, e mais tarde tivemos a oportunidade de trabalharmos juntas novamente, mas ela havia mudado muito ( por conta de uma dessas religiões que parecem ceitas que proíbem  as pessoas de comemorar natal/aniversário, e te dizem para ficar longe de quem não acredita no mesmo!). E me lembro que uma vez divergimos muito acerca da importância de doação de sangue, pois ela passou abominar a pratica que salva vidas.

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Não demorou muito para que nos afastássemos novamente, dois anos depois, este ano para ser mais exata, eu a reencontrei numa conta antiga no facebook, e cometi o erro de reabrir as portas da minha vida para ela. Nos reencontramos, foi quando tiramos a foto acima ( eu achei que nossa amizade voltaria a ser tal como  fora no início), me lembro que na ocasião até a convidei para mais tarde ir ver uma das minhas bandas favoritas tocar. Mas claro, a religião  dela não permitia, então ela  inventou um compromisso   com sua vizinha. Era notável que me evitava,mas mesmo assim me convidou para uma viagem, eu sendo ingenua outra vez como de costume, até me empolguei com a ideia, de tal maneira que fiz até um scrapbook especial para registrarmos tal momento (e o entreguei a ela), e o que ela fez, bom ela fez a tal viagem com uma pessoa da mesma religião… Ela armou um desses planinhos astutos e sujos para me magoar, e devo admitir funcionou bem! Parabéns Jessica! Por trás de uma cara espinhosa de sonsa nerd, você esconde  cobra bem traiçoeira! Dessas que brincam e magoam as pessoas por prazer / algum tipo estranho de orgulho, ou é tudo mera crueldade! (de pensar que doar sangue é abominável não é mesmo?) Experimente um dia ser  amiga de verdade  alguém (mas antes seja verdadeira consigo mesma, e pare de stalkear minha vida!), se possivel deixe de  usar as mentes já  manipuladas da sua ceita para fingir ter amigas!

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Dizem que quando uma situação ruim se repete em nossas vidas é porque ainda não aprendemos a lição que a vida tentará nos passar. Deve ser por isso que outra vez conheço uma garota naja que fingi ser minha amiga, para por alguma razão estranha invejar meus sonhos/ me copiar  e no fim fazer algo que tenha por clara intenção me magoar.

Eu busco viver a vida com uma intensidade extravagante, e como tudo que  é  demais, cometo o grande equivoco de confiar demais, de ser amiga por inteiro, daquelas que abre os segredos, desabafa e confia os planos.

Que tolinha!

Como uma dessas menininhas da pré escola!

Tudo bem que a pobre Jessica não passa de uma invejosa, mas por que sempre acabo por cometer tal erro?

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Alguém sábio me disse que essa é uma situação que se repete não por um  defeito meu, mas sim pelo contrário. Uma qualidade que insisti em permanecer mesmo numa sociedade onde infelizmente a maioria das ”amizades” entre mulheres são baseadas na inveja.

Não ajuda muito ouvir isso, mas se quer saber Fernando Pessoa escreveu Um amigo íntimo é um dos meus ideais, um dos meus sonhos quotidianos, embora esteja certo de que nunca chegarei a ter um verdadeiro amigo íntimo.

Não quero com isso concluir que não tenho amigos,  possuo poucos é verdade (e a cada dia celebro mais te-los em minha vida, pois sei o qual raros são, e de qual  incalculável importância ocupam parte da minha história, dividindo comigo o tempo aqui), mas sim destacar que infelizmente no fim das contas precisamos sobre tudo sermos os melhores amigos de nós mesmos, INTEIROS, capazes de não ousar mergulhos em pessoas rasas, ou simplesmente compreender que as pessoas só dão o que possuem/o que querem dar.  Oferecer uma amizade sincera deveria ser fácil, mas num mundo onde mau as pessoas são sinceras consigo mesmas, como oferecer sinceridade, lealdade e amor as outras?

E por essa razão, após outra dessas ”traições”  eu não quero mais   ter um amigo  íntimo, justamente porque sei que nunca chegarei a encontra-lo, por mais que julgue merece-lo. 

Quero tão somente seguir o conselho de outro grande poeta ‘Como as plantas, a amizade não deve ser muito nem pouco regada.’ Vou achar um equilíbrio, ou pelo menos tentar, pois se a pessoa for verdadeira, compreendera minhas razões, e será minha amiga apesar disso ou daquilo, se for uma naja, não terei desperdiçado horas a fio e muitas folhas a lhe escrever cartas. 

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Jaqueline em poucos parágrafos

 

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Olhou rapidamente para o calendário já haviam lhe corrido vinte e seis anos e a semana estava por acabar. Talvez o amanhã lhe oferecesse uma nova doença psicossomática, talvez a nova fatura do cartão mais um fio branco.

Talvez fingisse ter ainda dezenove afim de fingir nunca ter vivido os desastres que lhe sucederam na vida após a tenra idade. Sim, era criança antes do vinte, antes da vida lhe impactar de sobressalto com a experiência do coma.

Pobre garota tão jovem fora submersa numa paixão doentia por um homem ainda menino no âmago, tal desejo por afeto lhe despedaçou o coração. Falsas amizades lhe tiraram o sono, lhe deixaram menos ingênua, ou seja de algo lhe serviu os revés da vida.

Mas tudo tão rápido, um dia estava no jardim de infância e hoje nem sabe por onde seus próprios passos ão de leva-la.

O despertar dos sonhos ingênuos, meu regresso e o sentido da vida

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Olá! digo eu sem saber se alguém me escuta, e ouço de volta Olá!
Eis o eco da minha suposta voz ecoando no cyber espaço á milhas e milhas de algum lugar. Já nem sei se alguém por aqui aparece, no entanto regresso nesta noite quente de sábado, para me desculpar a esse inexistente alguém do outro lado.
Eu passei bastante tempo ausente, e muito se deu entre meu sumiço e esse retorno inesperado até para mim, que já havia até me esquecido a senha deste blog.
Sei que é demasiado estranho me espantar com minha própria volta, mas é que a muito não me via sentada na frente do notebook a discorrer as maluquices que me preenchem os dias/a vida.
Mas para que outro motivo este blog existe, se não para registrar insolitamente o quanto existir me é a cada dia uma aventura incoerente na qual busco encontrar sentido?
Ah sim o sentido da vida! Assunto inoportuno para sábados a essa hora, não?
Que pensamento enfadonho! Como posso ousar filosofar a vida a essa altura?
Me perdoe de novo meu caro ninguém do outro lado, mas estou adoecendo como costumam adoecer os saudáveis que ousam pensar demais. O mau que me acomete sucedeu numa série de situações que acabaram por tornar a vida inerente a uma busca por respostas, sejam elas quais forem.
Tudo começou num assombroso dia no trabalho, já era quase fim do expediente integral quando a voz do diabo se apossou de um colega, a quem compartilhava de igual ócio, e me fez esfregar as janelas dos olhos de dentro e me ver numa encruzilhada.
Ele disse ‘ Esse trabalho me parece bom, é sempre o mesmo! Venho cá de segunda a sexta, todos os dias o mesmo, depois daqui o curso e logo a cama. Posso passar cem anos assim sem nem notar, me sinto inútil é verdade, e sei que me julgam assim também, mas me dedico a ser útil com algo egoísta com os estudos entende? Lá está o futuro, aqui são só horas (perdidas, mas apenas 8 horas diárias!) ‘
Não respondi. Tive assombro ao notar que a mim sucedia o mesmo pensamento medíocre. O diabo vem e esfrega a nossa mediocridade no nariz, e ficamos gratos, que vida promissora e recheada de sentido não? Seria até saborosa se não fosse tão insossa e com requintes de existencia vã.
No dia seguinte me questionei sobre a faculdade…
Ah a faculdade!
Passado o primeiro semestre, tudo se tornará quase que insuportável, o clima era quente e a Universidade sem ar condicionado fazia com que todos derretessem, enquanto a aula dada em inglês começava a parecer de grego.
Não me apetece aprender grego e muito menos inglês! E por sorte percebi isso antes do segundo semestre findar. Não quero ser professora não quero nem mesmo ser o que sempre quis (ser redatora).
Mudei absolutamente de ideia, passei a procurar um novo trabalho, ironicamente encontrei um igualmente chato, era numa financeira, fui até a segunda etapa do processo seletivo ficaram de me ligar, pedi as contas do trabalho onde estava a quase um ano. E nunca, nunca me ligaram.
Antes era medíocre com o trabalho e faculdade e então larguei ambos, e não avancei um passo na oportunidade de crescimento pessoal.
Mas em um dia chuvoso recebi uma ligação de um diretor de cinema quase esquecido da sétima arte brasileira)… não sabia de quem se tratava quando recebi a ligação mais fui mesmo assim conhece-lo, conversamos algumas horas, me contratou, me demitir dois dias depois por razões que prefiro não mencionar. Me re-contratou para uma atividade a qual dependia de um certo envolvimento com arte e escrita … o tempo passou (não muito tempo, mas a mim pareceu demasiado). Acabei sendo contratada por uma editora (a maior da América Latina, conhecida por manipular as pessoas * não só com papel poluído de conteúdo alienado mas também associada a certa emissora de tv de igual objetivo na manipulador).
VEJAM SÓ, DESISTI DE SER REDATORA, ME DESPRENDI DA IDEIA DE FAZER PARTE DE UMA EDITORA, RISQUEI DE VEZ A ALTERNATIVA DE UM DIA SER JORNALISTA E PARA ONDE A VIDA ME LANÇA (OU EU ASSUMINDO MINHA CULPA – VOU DE PASSOS APRESSADOS? IRONIA NÃO? )
Sim, eu estive no inferno das revistas de fofoca e as manchetes de política hora esquerdista hora de direita, um liquidificador de anúncios com objetivo de lhe comprar a alma …
Volto então a estaca zero… ou devo dizer que dessa vez talvez tendo avançado um pouco no crescimento pessoal, afinal de contas, mundos que imaginei ingenuamente serem interessantes eram na verdade fabricas de ilusões temperadas com desesperada ambição por nada menos que dinheiro.
Antes ainda fosse como o colega medíocre de trabalho a quem dependia da ideia de uma profissional para ser útil. Agora me via a questionar… sempre quis coisas que tive de uma hora pra outra, e as lancei a sorte, para azar de quem encontre um desses futuros fingidos de promissores.
Mas não para por aí, ainda insistente a vida (ou seja lá o que for) a me convencer a voltar a mesmice, me surgi a oferta de uma bolsa de estudos, e eu quase afundo por completo deixando que tudo voltasse a ser como naquela tarde de fim de expediente.
O que quero dizer é que, se um dia alguém ler isso, que me leia, e por favor se esforce a me compreender, não sou dessas moças de vinte poucos anos que quer uma profissão, um noivo, um marido ou qualquer um desses aparentes sentidos óbvios.
Quero tão somente, nunca, nunca me contentar com o obvio. Pois a mim não existe melhor sentido na existência do que SER antes de possuir, seja um bom cargo numa grande empresa, um perfil invejável no LinkedIn, uma porcaria de diploma aos quais as universidades hoje em dia dão a qualquer um que tenha frequência as aulas…
Nada de anel na mão esquerda para ostentar o vínculo com outro ser humano de igual necessidade que foge ao amor, nada de uma poupança com dinheiro suficiente para uma casa na rua principal como temia Joe Ramone.
Me deixem com a pura arte, aquela que vem de dentro e transcende a necessidade de que meu bolso tenha valor suficiente para que seja vista como alguém.
A vida esta cheia de ambiciosos, a internet idem, inundada no mais do mesmo. TodAs maquiadas, todOs tentando parecer engraçados (youtubers o mau do século!), o reflexo da decadência humana… Morreu Zygmunt Bauman ( me entristeceu, sua existência me aliviava o pesar de ver o declínio da raça humana), matei meus sonhos pois descobri que eram estúpidos, arrumei um ou outro emprego para descobrir de uma vez por todas que não preciso tanto deles quanto julgava precisar, houve a aparição de um ex psicopata e eu ignorei por completo (presumo que seja como se deva agir diante de um real Hannibal), me irrito a cada dia mais com o que vejo nas revistas/jornais/tv/internet … estou a ler O Homem Duplicado , e me irrita ver o nome de Tertuliano sendo repetido cinco vezes em cada página, mas Saramago é uma companhia que me preenche as horas com questionamentos diversos daqueles em que pensamos ser o próprio diabo a nos perturbar a vida… E agora estou aprendendo a lidar com os comentários alheios sem que isso me faça largar o emprego (faculdade já não faço parte de uma a que possa largar) mas creio que me compreendeu (ao menos em parte).
Mas me faltava, o ar e o clima seco tem me feito sentir tontura, fui diagnosticada com bronquite, e uso o tempo na inalação para encontrar maneiras de nunca cair no vão da mesmice que separa a existência do EXISTIR (se é que me entende!)
Mas está tudo bem, eu vou sobreviver, vou voltar ao Eu Insólito e como sempre fazer jus ao seu propósito.

A insólita criação do Capitão Fantástico

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Recomendação do meu irmão Cris, ontem eu e meu namorado assistimos CAPITÃO FANTÁSTICO. Meu namorado gostou bastante, mas eu nem tanto, embora concorde que o filme traz sim alguns pontos importantes, tais como se questionar a cerca de como vivemos hoje em dia, como as crianças dessa geração estão sendo educadas e como essas interagem com a natureza e com própria sociedade, eu creio que o filme soou um tanto quanto exagerado, mas vamos lá …

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Para quem não sabe, o filme é sobre: Ben (interpretado por Viggo Mortensen) um pai de  seis filhos que vive na  floresta, e cria seus filhos com um rígida rotina que mais parece treinamentos de sobrevivência. As crianças  lutam, escalam,  caçam e praticam duros exercícios (e claro sem nunca comer bobagem!), não bastasse tudo isso leem obras clássicas e debatem sobre elas, tendo a autossuficiência sempre como palavra de ordem. 

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Apesar dos exageros do personagem Ben, e da ideia de crianças e adolescentes tão obedientes e bem dispostos, o decorrer do filme revela algumas surpresas nas quais os personagens ( e o espectador ) são levados a pensar se seria mesmo possível viver tão á parte da realidade atual da sociedade. E é esta sementinha de questionamento que faz o filme ser mais uma insólita recomendação por aqui.   Trailer : 

Se você viu o filme, deixe seu comentário sobre o que achou !

Estilhaços, crise existencial e amizades pouco prováveis em DEMOLITION

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Que eu sou uma fã  (desde que vi JIMMY BOLHA quando criança) de Jake Gyllenhaal  a maioria já sabe, mas o que poucos sabem por não ter feito muito burburinho com os brazucas, é o sobre o filme Demolition/Demolição.

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Direção: Jean-Marc Vallée . Gênero: Drama. Nacionalidade: EUA

Sim, mesmo sendo apaixonadinha pelo ator eu só fui saber desse filme após  ver uma cena do mesmo no instagram ( é, em tempos onde não há tempo para ver trailers  ou pesquisar sobre filmes, basta o instagram! )

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  Neste filme Jake Gyllenhaal interpreta  um homem de negócios, que trabalha  com investimentos  na empresa do sogro, e que levava a vida de uma maneira um tanto quanto sem graça (e sem sentido), até que um acidente  (do qual fez parte) leva sua esposa a falecer. É então que  seu personagem  Davis Mitchell entra em colapso emocional, e é levado a pensar sobre o que de fato teria sido seu casamento, e se realmente é importante o trabalho que possuí, entre outras coisas.

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Nessa procura por sentido Naomi Watts surgi como a atendente Karen Moreno da empresa para qual continuamente Davis envia cartas de reclamação por ter tido um problema com uma máquina de alimentos (justo no dia do acidente). Carente e desesperado Davis desabafa toda a tragédia e crise existencial que tem enfrentado para Karen, e é então que o filme te leva a  pensar que algo clichê como um romance previsível irá acontecer, mas não! O filme vai muito além do previsível, sutilmente levando o espectador a se questionar tanto quanto Davis a respeito de sua própria vida.

 

 

 

DEIXO AQUI MINHA RECOMENDAÇÃO, E O TRAILER : 

Outras recomendações com Gyllenhaal AQUI<<

Pra pensar

A vida são deveres, que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas…
Quando se vê, já é sexta-feira
Quando se vê, já é Natal ….
Quando se vê, já terminou o ano .
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida .
Quando se vê, passaram-se 50 anos !
Agora, é tarde demais para ser reprovado …
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho,
a casca dourada e inútil das horas …
Eu seguraria todos os meus amigos, que Já não sei como e onde eles estão e diria: vocês são extremamente importantes para mim.
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
Dessa forma eu digo, não deixe de fazer algo que gosta devido a falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Agonia e ação na excelente ficção: L I F E

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Oi de novo ! ( post anterior de hoje AQUI * )

Como sabem, eu sou uma viciada em cinema, e esse ano tenho tentado acompanhar os longas dos mais diferentes gêneros.  E como devem saber ficção cientifica não é um dos meus gêneros favoritos, mas eu bem que gostei de PASSAGEIROS  e até recomendei o filme por aqui .

Mas devo dizer que L I F E (VIDA) do diretor Daniel Espinosa, foi além ! ( E com isso entendam que eu GOSTEI MESMO DO FILME! )

 

Sinopse : Com o objetivo de coletar  amostras do  solo de Marte, seis astronautas   partem em uma estação espacial. Entre os  estudos das amostras, encontram/despertam  um ser unicelular, que seria a prova de vida fora do planeta Terra.  O mundo comemora a descoberta, e até nomeia o ser através de  um concurso mundial para eleger seu nome: Calvin.  Mas Calvin acaba crescendo rápido demais demostrando ser um risco aos astronautas e até mesmo a toda raça humana.

 

O filme conta o lindo  e talentoso Jake Gyllenhaal, que infelizmente não tem um grande papel neste filme. Seu personagem  é um sujeito triste, e muito entediado com a vida, que está prestes a bater um recorde por ser o astronauta a passar mais tempo em uma estação espacial. 

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Para grandes fãs de ficção cientifica o filme talvez não apresente algo muito novo, por tratar vida alienígena, sobrevivência, risco de extinção dos seres humanos ou mesmo contar muitos efeitos especiais.  Mas eu confesso que não consegui desgrudar os olhos da telona, o filme  tem muitas cenas que causam agonia e simultaneamente expectativa. E as cenas de ação fizeram meu coração acelerar como a muito tempo um filme não fazia.

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O filme conseguiu através dos efeitos capturar a atenção para o cenário espetacular e o balé dos astronautas se movimentando na estação espacial, mas sobre tudo conseguiu me ganhar com um final inesperado!

Mas calma não vou dar spoiler aqui, confiram o trailler :