Meu primeiro BuJo (Parte 1)

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De certa forma  desde  muito pequena (com isto compreenda muito jovem rs!) eu já fazia algo parecido com o famoso Bullet Journal também chamado de BuJo. Eram uma espécie de diários com desenhos, recortes  ou mesmo fotos coladas, e até havia certas listas e planejamento de coisas para fazer no dia-a-dia /mês ou ano neles. 

Mas quem organizou tudo isto e de um nome a esses cadernos tão especiais, foi  o designer digital  Ryder Carroll que vive no Brooklyn, NY.

Este ano decidi aderir aos queridinhos do Pinterest e do  Tumblr. Mas confesso não estar seguindo as  regrinhas básicas do BuJo, que seria fazer calendários ou mesmo índices.

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Caderno  sem pauta que ganhei do meu namorado e estou usando para o Bullet Journal

Eu assisti a algumas semanas atrás  a este video AQUI, do canal IlustradaMente o qual  nos incentiva a fazer uma espécie de diário que consiste ter um espaço para escrever no inicio do dia e outro para  noite, no espaço para se escrever no dia devemos escrever pelo menos três coisas pelas quais devemos ser gratos (Pra já começar o dia de pé direito, sendo feliz com o que possuímos!) , depois fazer três afirmações positivas sobre si mesmo (Algo do tipo: EU POSSO, EU CONSIGO, para espantar o negativismo e qualquer pensamento de inferioridade em relação aos desafios pessoais/diários). Já  para o espaço da noite a ideia é fazer uma auto avaliação e ver o que poderia ter tornado o dia melhor (de modo a avaliar o próprio comportamento/ desempenho profissional etc). 

Enfim, eu achei a ideia muito legal,  e depois de assistir a essa pregação AQUI do Tiago Brunet na qual se aborda a importância do planejamento da vida espiritual, emocional e financeira (além de destacar a importância no foco dos objetivos sem se desviar para possíveis propostas no decorrer do ano). Juntei tudo e fiz o meu próprio e insólito Bullet Journal,  que claro, também uso para planejar minhas tarefas diárias, metas mensais e listas. 

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Através do BuJo estou treinando o lettering,  que é resumidamente, a arte de desenhar letras. E também estou pegando gosto por fazer doodles.

Doodle é uma palavra inglesa para referir um tipo de esboço ou desenho realizado ao acaso, quando uma pessoa está distraída ou ocupada. Massss que ganham próposito nos BuJos. Servem por exemplo para dar destaque a uma data especial , ou mesmo decorar as páginas. 

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Doodles que eu fiz.

Meu BuJo está bem no comecinho, então tá tudo bem misturado, bem colorido, e cheio de desenhos e fotos. Mas acho que com o tempo vou organiza-lo melhor, e mostro por aqui, sobre tudo se ele esta me ajudando a organizar o dia/ a vida rs!

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Um livro que aborda a sexualidade feminina sem meias palavras: Diário De Uma Garota Normal

Eddard Stark

Minha historinha com livro:

Há algum tempo …

Voltando de uma viagem, meu namorado e eu passamos numa pequena livraria de terminal rodoviário. E foi o Leo (meu namorado) que ao ver a capa resolveu me mostrar o livro.

Creio eu que ele deve ter feito isto por duas razões, primeira: A ARTE DA CAPA/porque amo vermelho, e amo livros ilustrados, segundo: porque era nítido que o ‘’normal’’  no título era um tanto quanto  irônico.

Eu foliei o livro, li a contra capa, e resolvi levar (ou melhor dizendo, ele me deu de presente!). Mas não demorou muito tempo para perceber que seria uma leitura um pouco cansativa, pois  o livro é bastante extenso e rico em detalhes, além de que a personagem é um tanto quanto chatinha e exageradamente rebelde, o que soou bastante genérico no início.

Próxima do final do livro percebi que a personagem era definitivamente, uma garota perdida! Perdida em vários sentidos, sendo os principais: o fato de ser adolescente, o fato de ter um pai ausente, e possuir uma mãe totalmente irresponsável. E também por crescer numa época onde a juventude tinha por obrigação se rebelar (ainda que sem motivos!)… pra ajudar a criaturinha ainda se apaixonou logo pelo padrasto, com o qual vivia no início uma relação conturbada de sexo casual. Enfim, vamos a resenha:

Minnie é uma garota 15 anos que mora em São Francisco, ama desenhar (e pretende levar seus desenhos a sério e um dia trabalhar com isto) e resolve registrar sua adolescência de uma maneira bem ilustrada num diário. Seu relato da puberdade é bastante detalhado, e não deixa de fora todos os segredos que normalmente os jovens gostariam de esconder de todos.

Diferente da maioria das garotas dessa idade, Minnie não tem receios de abordar sua relação com o sexo, descrevendo detalhes dos encontros amorosos com o namorado de sua mãe, e seu enorme interesse por outros rapazes. Além disso discorre também sem medo sobre sua relação com as drogas.

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Sem sutilezas ou romantismos o livro nos leva a ver o quão rebelde a jovem Minnie é, o que toma um ar quase mirabolante. Mas aos poucos percebemos que sim, Minnie é apenas uma garota normal, insegura com sua aparência, descobrindo o mundo (e apesar das suas experiências diferentes, digamos assim)  tudo o que ela deseja é ser amada, seja por um homem ou por seus pais.

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Obs: O que me lembrou bastante um filme que assisti no Netflix que se chama LOVE ME (ver post AQUI) <

Minnie da voz  a um tema tratado como tabu que é a sexualidade feminina, da qual mau se fala, e quando se fala, é geralmente tratada por homens , ou mesmo por mulheres com certo receio. E um ponto bastante interessante na leitura, é a maneira como a adolescente nos mostra que o universo adulto  pode ser mais cáustico que a própria adolescência, ou que talvez a adolescência só seja caótica justamente por ser essa passagem da infância para um universo de egoísmo e joguinhos ‘’adultos’’.  Pois ficamos a pensar que apesar da personagem ser rebelde, o problema não está nela e sim no adulto que a assedia, na mãe  alcoólatra e que se mantem distante, e no próprio contexto com a qual a juventude da época (1960) estava lidando.

"Everything is so loveless and mediocre"

Fui levada a acreditar durante a leitura que o ápice  do livro seria o suspense sobre a mãe da personagem vir a encontrar seu diário, e de repente surtar com ela. Mas aos poucos se vê que este livro tem o propósito de contar realmente uma estória que nos faça refletir, e sobre tudo não mistificar a sexualidade feminina, pois esta é natural, normal.

Quando vi a foto da autora na capa do livro, e juntando os fragmentos lidos, eu suspeito assim como os críticos de que este é um livro totalmente autobiográfico.

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Sobre a autora: Phoebe Gloeckner nasceu na Philadelphia e cresceu em San Francisco. Seus quadrinhos apareceram pela primeira vez em publicações underground quando ela era ainda adolescente. Hoje, é aclamada pela critica por sua coleção de historias, quadrinhos, pinturas e gravuras.

Fica aqui minha recomendação para quem curte a abordagem do tema. 

Editora: Faro Editorial –  302 Páginas


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Vale lembrar que o livro ganhou uma adaptação para o cinema em 2015 (que eu ainda não assisti), trailer abaixo: 

Desmaio

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Cai, e dessa vez sobre você

Não me apoiei sobre nenhum argumento falho, nem dei desculpas, ou fiz cena, apenas cai

Cai como caem as folhas das árvores

Não desmoronei, não rolei as avessas, não morri

 

Foi como um desmaio, tranquilo e quase imperceptível

Era eu, era um amontoado de nós, no teu colo desajeitado

Foi quase um sonho, daqueles onde caímos quando mergulhados num sono pesado

Era pra durar pra sempre, mas eu acordei, me endireitei sobre minhas pernas e fui embora

 

Não me culpe se acontecer de novo e eu recair

Cai sem querer

Não sou de agir assim

Cai sem culpa

 

Foi  um desmaio, tranquilo, natural

Era eu, nos teus braços, me lembrava os nós que havia sido

Foi quase um sonho, daqueles onde nos colocamos quando ainda acordados

Era pra  durar mais, mas era só um desmaio

Um email convite para: Falsos, invejosos, intrometidos e barraqueiros

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Bom dia!

Venho por meio desta postagem comunicar á vocês colegas de trabalho  que desprezo o comportamento de todos!

Voces trabalham pouco e procuram se intrometer demais na vida um dos outros, e isso já me incomoda há tempos, e ainda mais agora que é de mim que falam, e como falam …

Um fala do outro o tempo todo! E vocês estão sempre a perguntar sobre minha vida, o que faço, ou deixo de fazer, onde vou ou com quem vou, e tais  perguntas  vem sendo as pautas das últimas reuniões, e com isso concluo que em minha ausência o assunto também seja eu. 

Parem de se intrometerem na minha vida, parem com as especulações!

Mas se querem tanto assim  me seguirem, ou saber algo real sobre mim LEIAM ESTE BLOG! 

Menos barraco e fofoca, e mais leitura equipe! 

Sem mais, 

Jaqueline Bastos 

Sobre o espetáculo Anne – O Diário de Anne Frank no teatro FAAP

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460356_569No dia  16/11/17 (quinta-feira passada) a insólita que vos escreve não pode deixar de comparecer a única apresentação  em São Paulo de  Anne – O Diário de Anne Frank no teatro FAAP. E agora não posso deixar de registrar por aqui a importância deste espetáculo, pois considero demasiadamente necessário que as novas gerações tenham conhecimento da  célebre história de ‘Anne’, a menina judia que durante a Segunda Guerra Mundial, teve de  se esconder em um sótão juntamente com mais sete pessoas por dois anos, antes de ser levada para o campo de concentração de Berg-Belsem.

O espetáculo não foi nem um pouco sensacionalista, não enfatizou aqueles detalhes tão tristes do diário de Anne (como temos acesso no livro), não utilizou-se dos fatos tristes em torno dos registros da jovem para causar pena a plateia. Arrancou sim lágrimas de alguns (afinal de conta se trata um sofrimento causado pela estupidez e crueldade, e tudo por conta da intolerância e o antissemitismo).

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Com nuances de humor em certos momentos, o espetáculo enalteceu não as dores de Anne  embora essas também tenham sido mostradas na medida correta, mas o tempo todo o foco estava nos textos de seu diário que nos mostram o como amar a vida é importante, em toda e qualquer situação. 

E creio que seja unanime na opinião de quem já assistiu ao espetáculo, que  o mesmo tenha o poder de fazer com que amemos ainda mais a extraordinária visão de Anne a respeito da vida, e da raça humana. Pois apesar de tudo ao qual fora submetida Anne amou viver. 

Com duração de 75 minutos o espetáculo conseguiu  mostrar isso, e merece muito ser visto por muitas e muitas pessoas!  

Parabéns elenco e direção!

Elenco / Direção

Direção: Gilson Filho.

O elenco: Camila Deleigo, David Berestinas, Marina Salles, Paula Lucisano, Bruno Mariotti, Marília Marcucci e Shaul Borsari.

Participação Especial: Amilton Monteiro. Ator Convidado: Mazzarini Filho.


 Foi meu primeiro espetáculo no Teatro FAAP, e confesso que gostei muito, o lugar é lindo, tanto por dentro quanto por fora, vale muito apena a visita.  Conta com 500 lugares,  e fica na Rua Alagoas, 903 (Higienópolis). Aqui alguns registros que fiz por lá: 
Teatro – Centro atuante de cultura

Nos últimos cinco anos, passaram pelo palco do Teatro FAAP as personagens de Peter Handke, Maria Adelaide Amaral, Ionesco, Pirandello, Tckekhov, Antonio Ermírio de Moraes, Maria Clara Machado, Alfred Jarry, Margaret Edson, David Auburn, Marta Góes. Nomes famosos como o de Raul Cortez, Marília Pera (que recebeu diversos prêmios por sua atuação na peça “Mademoiselle Chanel”), Christiane Torloni, Irene Ravache, Cecil Thiré, Beatriz Segall, Adriane Galisteu, Débora Bloch, Ana Paula Arósio, Jonas Bloch, Paulo Autran (que atuou cinco vezes na FAAP, em temporadas diferentes).

Hoje, a Fundação Armando Alvares Penteado é referencia na educação e na cultura do país, e o seu teatro faz parte desta história.

FONTE: AQUI

 

 

União feminina   x Mulheres odiosas

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Bom dia insólitos (as)!  

É com imenso desprazer que venho tratar de um desses assuntos chatos sobre ser mulher, e acredite desta vez não tem nada a ver com homens rsrs…

Mas tem  tudo a ver com nós, M U L H E R E S  !

Vou falar da quase extinta União Feminina  e o grande mar de ódio das  Invejosas / Mau amadas / Recalcadas  ou como dizem as funkeiras AS INIMIGAS !

Ontem me ocorreu uma situação bastante chata que demonstra bem que existem mulheres boas e mulheres más.

Estava na plataforma do metro, e usava um vestido um pouco aberto na parte de cima das costas, o que podia fazer com que sem querer deixasse meu sutiã á mostra.

Do meu lado havia uma mulher de uns trinta anos, alta, bonita, usando um vestido longo, e  que por alguma razão me olhava muito.  Até que de repente ela veio rindo até mim e disse ‘’ MOÇA SEU SUTIÃ ESTA APARECENDO, E PIOR ELE ABRIU! DEIXA EU ARRUMAR PRA VOCÊ!  ‘’

Eu agradeci, e ingenuamente permiti que ela arrumasse o que estava errado. Entrei no metro, e veio até mim uma moça (de uns vinte anos no máximo), de estatura mediana, gordinha, e também muito bonita e disse revoltada ( enquanto encarava a tal moça alta e “prestativa”  )  

 “ Moça seu sutiã está colocado errado e está totalmente para fora !

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Meu sutiã já havia dado o que falar, e acabou virando uma anedota sobre a miséria feminina, então vesti minha jaqueta e esperei até chegar ao trabalho para ver quem estava dizendo a verdade. E para minha surpresa a mulher mais jovem estava certa, a criatura de trinta e poucos tentará me ridicularizar, a troco de que não se sabe ao certo, mas pode ser que os motivos ultrapassem a compreensão humana. 

O tempo todo mulheres se digladiam para serem as mais bonitas, as mais isso ou aquilo, mesmo que para isso precisem humilhar ou sabotar umas as outras. E mesmo quem assim  como eu, não tem interesse nessa guerrinha ridícula, acaba por ser “vitima” dessas atitudes estupidas.  

Como se ser mulher na sociedade atual já não fosse difícil, ao invés de se unirem  essa massa de idiotas ainda querem brigar por um pouquinho de atenção. E daí eu pergunto, quer atenção pra que ? Pra enfatizar o corpo e enaltecer a própria cachola vazia?

Tenho medo da resposta .

Mas deixo aqui meus sinceros agradecimentos a garota que viu o que fora feito pela mulher mais velha. 

Obrigada, o mundo precisa de mais pessoas como você! Sobretudo mais mulheres que se indignem diante da patética guerra do sexo frágil emocional.

Expresso do Amanhã, distrações  e alguns  dos meus piores micos

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Antes de contar á vocês  o fato bizarro de hoje, vale lembrar que mergulho  em filmes, séries  e livros. Mas principalmente em filmes! Sou uma pessoa totalmente visual, tanto em relação  ao que diz respeito a aprendizado como para entretenimento. 

Dito isto, acredito que todas nós  mulheres,  concordamos que  o Chris Evans   tem uma dessas belezas únicas, capazes de  nos arrebatar para outra dimensão.

Ou talvez seja apenas eu com essa paixonite platônica  pelo loiro (duvido muito!), mas o caso é  que  hoje  estava assistindo EXPRESSO DO AMANHÃ, um filme que traz o galã  como protagonista, afim de ter ânimo  para enfrentar a segundona. Mas  ter começado a assistir  o filme estando dentro do metrô a caminho  do trabalho foi uma péssima escolha, uma vez que tentando não  surtar com a péssima  história  da humanidade ou o que resta dela em um expresso percorrendo  a terra toda congelada, eu acabei ficando presa dentro do metrô, literalmente!

Eu estava tão “presa” a um dos piores filmes que já  vi na vida, que  acabei ficando presa justamente  dentro de um trem (uma das piores ironias da minha vida nestes vinte e seis anos de existência!), onde não  havia nem ricos, nem pobres (Como no péssimo  longa do diretor Joon-Ho Bong) nada de Chris Evans, apenas eu sozinha enquanto o trem ia para  o que deveria ser as garagens dos trens, e eu finalmente deixava assim  EXPRESSO DO AMANHÃ de lado e me preocupava com a vida real. 

Eu via paredes  cinzas dos dois  lados das janelas, enquanto o trem ia rapidamente sabe se lá  para onde, até  que finalmente o metrô  parou, as luzes se apagaram e um pânico tomou conta de mim, minhas mãos e os pés  temiam feito  cara verde. Eu pensei em ligar para o meu namorado  ( que com certeza iria rir muito da situação) , mas a verdade é  que não  era se quer  capaz de  segurar  o celular. No momento eu não  pensei em pressionar  o botão  de emergência, não  pensei em gritar e pedir ajuda apenas tremia, andando de um lado para o outro no vagão  vazio. 

Fico imaginando o quanto a cena   não  deve ter causado  milhares de risos a quem me via  pelas câmeras.

O trem finalmente parou, as luzes, o relógio e a TV do trem se apagaram e fim do filme.

Eu morri .

E de repente um solavanco, tudo foi religado, o trem voltou a andar, logo estava  em uma estação  que desconhecia  qual era, e enquanto  muitas pessoas  tentavam  entrar  no trem eu tentava  sair. 

Finalmente descobri onde estava, estação  Palmeiras Barra Funda * linha vermelha do metrô. 

Estava viva outra vez.

PRINT DA TELA DO MEU CEL. (SIM EU NÃO TERMINEI DE ASSISTIR O FILME, NEM PRETENDO, ESTOU TRAUMATIZADA

A situação  me lembrou um caso  parecido em que estava na lotação, assistindo um episódio  de uma série  quando de repente  o motorista bateu  o dedo na tela do meu celular afim de me desperta para o mundo real.

Já havia chegado ao  terminal ( por sorte para onde pretendia exatamente ir )  pessoas aguardavam que eu saísse para entrar na lotação/ micro-ônibus. O motorista  me olhou furioso pois eu se quer  havia passado  o bilhete na catraca, estava ainda  nos bancos da frente pra  acabar de matar. E o que eu fiz? Agarrei  minha mochila e são correndo pela porta da frente… só  depois de recuperar o fôlego  e a sanidade me caiu a ficha de que havia saído sem pagar a passagem.

Presumo que este motorista deva me amar, e sou grata as Gilmore Girls pela desventura

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Apesar de engraçadas, situações como estas, podem resultar em algo perigoso (Por exemplo o fato de que estava começando a passar mau no metro hoje). Por tanto adeus Net Flix durante as viagens! 

Como diz meu pai assistir no celular usando fones, nos deixa cegos e surdos para o que esta a nossa volta, fica a dica!