VIDA SAUDÁVEL ON: Alimentos para combater a ANEMIA

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As duas vezes em que fui diagnosticada com ANEMIA, foi com a tal da anemia ferropriva, causada pela ingestão insuficiente ou má absorção de ferro. O déficit desse nutriente impede a formação da hemoglobina e da mioglobina, que são duas proteínas presentes no sangue e responsáveis pelo transporte de oxigênio – sendo que a mioglobina transporta oxigênio apenas para nossos músculos. Isso fará com que o organismo não tenha oxigênio suficiente para completar as funções vitais. < detalhes da doença retirados daqui.

Além de uma medicação receitada pelo médico especifica para o aumento de ferro, é necessário focar numa boa alimentação do nutriente.

 SOBRE JÁ  TER SIDO VEGETARIANA E AINDA TER UM CORAÇÃO VEGETARIANO RSRS
Alguns dos alimentos mais eficazes para o tratamento da doença é a ingestão de farinha de peixe e carnes em geral, mas especialmente as carnes vermelhas >>> AS CARNES tem melhor aproveitamento que os alimentos de origem vegetal no combate a anemia.
Eu já fui vegetariana durante dois anos, e não gosto mesmo de carne (e não curto incentivar o consumo) no entanto fui obrigada por questões de saúde a voltar a ingerir carne  (especificamente BIFE DE FIGADO).
Por tanto busco outros alimentos ricos em ferro para minha melhora. E decidi falar um pouco sobre eles aqui:

Meus favoritos  muito antes de receber o diagnostico, é a BETERRABA e o AGRIÃO!

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Costumava ingerir muito na infância, época em que minha saúde era perfeita! Mas ambos os alimentos haviam estado distante do meu cardápio.

Então comprei um monte de beterraba e agrião esses dias e comecei a ingerir de todo jeito rs!

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Saladas de beterraba, beterraba cozida, suco de beterraba com laranja e cenoura …

Mas pesquisando maneiras caseiras de combater anemia, acabei me deparando com a informação de que NA VERDADE é um MITO pensar que beterraba é rica em ferro.

#estiveiludida!

Beterraba NÃO é rica em ferro e NÃO combate a anemia!

Ao contrário do que muitos acreditam, a beterraba não é um alimento rico em ferro, por isso, a sua contribuição é pequena e ela não serve para combater a anemia. Confira os seguintes dados comparativos: uma xícara de beterraba ralada possui somente 0,8mg de ferro não-heme (forma do ferro  pouco absorvido pelo organismo), enquanto que um bife pequeno tem, em média, 7,5mg, e um bife de fígado contém, aproximadamente, 8,5mg de ferro heme (ferro bem absorvido pelo organismo). A beterraba é um excelente alimento com muitas propriedades benéficas à saúde, mas a sua ingestão não combate a anemia.

Fonte: http://www.remedio-caseiro.com/mito-ou-verdade-beterraba-serve-para-o-combate-da-anemia/

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NO ENTANTO …

Mesmo não sendo rica em ferro,  é rica em antioxidantes (possui propriedades antioxidantes por causa do beta caroteno e vitamina C), que ajudam a pele a partir de processos de oxidação dos radicais livres, e também é um desintoxicante natural que purifica o sangue. E traz tantos outros benefícios a saúde ou seja não ingeri mil beterrabas atoa! rs

Já  o agrião é mesmo rico em ferro, cálcio, ácido fólico, vitaminas A e C, perfeito para o tratamento da anemia!

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E existem diversas receitas na internet da mistura dele e de outros vegetais folhosos de cor verde escura (que são perfeitos para a tratar anemia) com frutas cítricas que rendem sucos deliciosos !

Por falar em frutas cítricas, por serem fontes de vitamina C   potencializam a absorção do ferro presente nos alimentos, e recomenda-se ingerir junto com  as fontes de ferro para acelerar a ingestão nutrientes.

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Alguns exemplos de alimentos ricos em vitamina C são:

  • Laranja, limão, tangerina, toranja
  • Morango, abacaxi, acerola, caju, abacaxi
  • Maracujá, romã, mamão
  • E TOMATE!  ❤ ❤ ❤

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A vitamina C é o principal ingrediente presente no tomate, juntamente com o licopeno. A vitamina C nos tomates ajuda na fácil absorção do ferro. Tomate também é rico em betacaroteno e vitamina E e, consequentemente, ajuda na manutenção e saúde do cabelo e da pele.
Você pode comer um ou dois tomates crus todos os dias para aumentar a vitamina C no seu corpo e incentivar a absorção de ferro de forma eficaz, consumir como suco, picado em saladas, no preparo de molhos, em lanches naturais, omeletes e outras variedades.

Eu andei aprendendo muito sobre  com a nutricionista Tatiana Zanin, e recomendo assistirem a esse vídeo * de menos de quatro minutinhos sobre uma alimentação que pode ajudar:

As dicas que encontrei no tuasaude.com são muito importantes para tratar ingerir os alimentos certos e do modo certo!

1. Comer em cada refeição alimentos ricos em ferro

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Ao almoço e ao jantar, principalmente, comer alimentos ricos em ferro como salsinha, feijão e ovo, por exemplo.

Sempre que se consumir alimentos ricos em ferro, deve-se ingerir alguma fonte de vitamina C, pois esta vai contribuir para a absorção do ferro no organismo. Bons exemplos de alimentos ricos em vitamina C são as frutas amarelas ou alaranjadas, como a laranja, tangerina, abacaxi, acerola, caju, maracujá e mamão.

2. Cozinhar os alimentos numa panela de ferro

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Cozinhar os alimentos numa panela de ferro ajuda a aumentar a quantidade de ferro desses alimentos. Veja como melhorar a absorção do ferro em: 3 truques para enriquecer os alimentos com ferro.

3. Evitar o consumo de alimentos que prejudicam a absorção do ferro

As bebidas alcoólicas, o café, o chá, o chocolate e a cerveja devem ser evitados, pois prejudicam a absorção de ferro pelo organismo. Além disso, os alimentos ricos em cálcio como leite e derivados também diminuem a absorção do ferro e devem ser evitados.

Estes cuidados devem ser seguidos durante todo o tratamento para anemia e não exclui a necessidade da ingestão dos medicamentos receitados pelo médico, mas é uma forma natural de completar e enriquecer a alimentação.

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O QUE?

EVITAR O CAFÉ, O CHÁ E O CHOCOLATE?

Não sei se consigo!

Em breve falo mais sobre essa LUTA por aqui, rs!

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Anemia: Causas e riscos

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No  post  Meu acidente (TCE), Anemia e melancolia falei sobre o diagnostico de anemia que  recebi no ano passado (meu segundo diagnostico da doença), e sobre as suspeitas de estar novamente com ausência de ferro no sangue.

Infelizmente para muita gente que conheço principalmente os workaholics do trabalho, ANEMIA não é  vista como  uma doença!   Mas é sim!

Eu mesma acreditava até que ela poderia desencadear a LEUCEMIA, mas não!

Graças a Deus não!

Mesmo que a anemia não seja tratada adequadamente, não há nenhum risco dela virar leucemia nem a curto nem a longo prazo.

Entretanto, a anemia pode ser um dos sintomas de quem tem leucemia, por isso, esta confusão costuma surgir.

RELAÇÃO ENTRE ANEMIA E LEUCEMIA

Os leucócitos malignos produzidos excessivamente na leucemia vão se acumulando dentro da medula óssea, ocupando espaço que antes era reservado para a produção de outras células do sangue, como as hemácias. Por isso, com o passar do tempo, o paciente com leucemia pode começar a ter anemia, que surge por falta de produção de novos glóbulos vermelhos pela medula óssea doente.

Portanto, a leucemia pode provocar anemia, mas a anemia não causa leucemia. Em hipótese alguma. Mesmo as anemias que duram anos não apresentam risco de se transformar em leucemia.

Fonte: http://www.mdsaude.com/2014/09/anemia-leucemia.html

O pai de uma amiga, teve anemia por anos, e acabou depois recebendo o diagnostico de leucemia, e  chegou  a falecer pelo nível em que a doença o debilitou. Mas como o artigo acima explica, não há riscos de uma anemia se transformar em leucemia.

No entanto  a anemia causa falta de oxigenação pela falta do ferro, causando sintomas como fraqueza  e indisposição, o que prejudica a pessoa em suas atividades diárias e sua  vida  social.

A anemia acontece quando o corpo da pessoa não produz glóbulos vermelhos em quantidade necessária, ou quando essas células estão deformadas, frágeis ou pequenas demais e se tornam incapazes de transportar oxigênio para o resto do corpo.  Fonte: http://www.ehow.com.br/anemia-causar-depressao-fatos_67370/

Essa falta de oxigenação  consequentemente  traz uma deficiência na absorção de nutrientes e vitaminas podendo  tornar esse individuo suscetível a outras doenças.

Perda progressiva das habilidades cognitivas

Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia, San Francisco, nos Estados Unidos, e publicado no periódico Neurology. Diz que a anemia pode aumentar em até 41% o risco de uma pessoa desenvolver demência – ou seja, alguma doença associada à perda progressiva das habilidades cognitivas, como o Alzheimer.

Os pesquisadores não sabem dizer com certeza de que forma a anemia eleva as chances de demência, mas acreditam que isso tenha relação com o fato de a doença prejudicar o transporte de oxigênio ao cérebro, o que pode danificar os neurônios e levar a problemas cognitivos. A pesquisa reforça que os idosos devem medir frequentemente seus níveis de hemoglobina para evitar a anemia.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/anemia-aumenta-o-risco-de-demencia-diz-estudo

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Depressão pode não ser um resultado direto da anemia, porém pode ser uma demonstração indireta de como a pessoa está se sentindo cansada e desgastada por conta dos sintomas da doença.

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Ao contrário do que a grande maioria acredita a anemia nem sempre está relacionada à alimentação irregular. Mulheres que sofrem com fluxo menstrual intenso podem adquirir o problema. Falta de atenção, cansaço exagerado, perda de cabelo, unhas fracas e dores nas pernas são consequências do transtorno, já que o sangramento anormal causa a perda de ferro no organismo.

É necessário que a mulher fique atenta a qualquer anormalidade na época da menstruação. Casos em que há um fluxo acima do esperado (que persista por mais de uma semana) e exista a necessidade de troca de absorventes em intervalos pequenos são indícios. Mas antes de qualquer palpite, torna-se de suma importância uma visita ao ginecologista. O especialista irá avaliar qualquer alteração e passará as medidas cabíveis.

Fonte: http://medquimheo.com.br/fluxo-menstrual-aumentado/

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De acordo com a médica hematologista do Hospital de Clínicas (HC), Larissa Alessandra Medeiros, até 25% das mulheres em idade fértil podem sofrer com esse distúrbio. Essa maior prevalência se dá devido a características específicas do organismo feminino. “Na maioria dos casos, a anemia acontece devido a uma deficiência de ferro no sangue. No sexo feminino, isso ocorre com mais frequência por causa do sangramento menstrual mensal, muitas vezes excessivo, principalmente em mulheres jovens, quando há irregularidade no ciclo”, afirma.

Outras situações em que as mulheres correm mais riscos de desenvolver esse distúrbio são no parto e no período pré-menopausa. “Com esses sangramentos, as mulheres perdem parte de sua reserva de ferro e, mesmo com alimentação rica neste mineral, não conseguem equilibrar essa perda. Isso também acontece durante a gestação, quando há um gasto maior por causa do feto”, comenta Larissa. Problemas ginecológicos mais sérios, como o mioma, também podem ser a causa da anemia. Por isso, os médicos orientam a realização de consultas regulares e exames preventivos.

Fonte: http://www.parana-online.com.br/canal/mulher/news/692191/?noticia=MULHERES+DEVEM+FICAR+ATENTAS+AOS+SINAIS+DA+ANEMIA

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Vertigens e tonturas

Tontura é  um dos piores sintomas da anemia na minha opinião.

A tontura é um alerta de que algo no sistema imunológico anda desacordo, seja problemas relacionados a pressão arterial, neurológico, entre outros.
Vertigens e tonturas são sintomas da anemia, pois a diminuição da hemoglobina, dificultam o transporte do oxigênio dos pulmões para os tecidos.

 

FATORES DE RISCO

Crianças e mulheres na pré-menopausa constituem o grupo de maior risco, sendo que as pessoas nas classes socioeconômicas menos favorecidas apresentam o dobro do risco daquelas nas classes média ou alta. As pessoas com o menor risco de anemia são os adolescentes, os homens jovens e as mulheres pós-menopausa.

a) Crianças: nenhuma criança é imune à deficiência de ferro. A anemia neste grupo provavelmente decorre de múltiplos fatores, incluindo introdução muito precoce de leite de vaca, uso de fórmulas pobres em ferro e a natural preferência delas por alimentos com pouco ferro. Crianças estritamente vegetarianas também apresentam um risco elevado de deficiência de ferro.

b) Mulheres na pré-menopausa: cerca de 10% das mulheres em idade fértil apresentam deficiência de ferro, e entre 2% e 5% apresentam nívei de ferro baixos o suficiente para casuar anemia. A anemia leve é particularmente comum nas mulheres que menstruam com muito intensidade ou por mais de 5 dias, que usam dispositivos intrauterinos (DIU) e aqueles que tiveram várias gestações. A gravidez por si já aumenta o risco de anemia, pois a demanda do corpo por ferro e ácido fólico aumenta bastante. Após o parto, 5% a 10% das mulheres apresentam um sangramento significativo que pode causar sintomas de anemia.

c) Idosos: via de regra, a anemia é comum e geralmente não é diagnosticada neste grupo de pessoas. A maioria das pessoas idosas anêmicas desenvolvem o distúrbio como consequência de sangramentos gastrointestinais ou devido à perdas sanguíneas durantes procedimentos
cirúrgicos. Os idosos sem dentes ficam vulneráveis às deficiências de ácido fólico e outras vitaminas. Cerca de uma em cada 100 pessoas acima de 60 anos de idade apresenta anemia perniciosa, sendo que as mulheres apresentam um risco maior que o dos homens.

d) Alcoolistas: os etilistas apresentam riscos de anemia tanto decorrente de sangramentos gastrointestinais como por deficiência de vitaminas do
complexo B.

e) Atletas: a prática desportiva intensa e prolongada, tais como a desenvolvida pelos maratonistas, pode causar pequenos sangramentos gastrointestinais e lesar hemácias. A prática regular de exercícios pode causar uma perda de ferro comparável àquela da menstruação, mas raramente é preocupante.

Fonte: http://tiposdedoencass.blogspot.com.br/2009/06/anemia.html

 

 

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Acontecia uma diminuição no número de glóbulos vermelhos no sangue dela
Não se sentia bem
Estava sempre exausta
Mau podia caminhar
Ia se queixando pra la e pra cá, zonza , prestes a desmaiar
Até que por fim se calou

Boneca

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Ela quis se levantar mas não podia
Seu corpo parecia estar como que sem vida
Não tinha força nos joelhos, não podia sobre suas pernas suportar o peso de sua doença
Ainda respirava mais ninguem notava
Parada la como uma boneca, num rosto opaco e sem vida
Sem sorriso, sem alegria
Imóvel
”Quase bela e sem vida!” diziam todos que a viam

Mas era uma menina
Uma menina de carne e osso prestes a congelar pra sempre
Partindo lentamente, enquanto caiam seus cabelos 
E quem poderia costurá-los de volta em sua cabeça?
Quem colaria suas unhas no lugar?
Quem lhe devolveria o brilho de existir?
Ela estava se desfazendo
Suas lágrimas molharam a fase
Doia partir
Ignoraram o fato
Ou simplesmente não a viram chorar

Meu acidente (TCE), Anemia e melancolia

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Em Abril de 2012 eu fui atropelada, foi um acidente grave porque fui atropelada por um ônibus (desde então muita coisa mudou). Fiquei em coma, e de acordo a documentação médica sofri um Traumatismo Cranioencefálico em grau leve.

Para quem não sabe do que se trata o TCE > Os traumatismos cranioencefálicos (TCE) são um tipo de traumatismo craniano que responde à quarta principal causa de mortalidade nos EUA nos últimos 40 anos. Traumatismo cranioencefálico (TCE), também conhecido como lesão intracraniana, ocorre quando uma força externa causa um ferimento traumático no cérebro. TCE pode ser classificado com base na severidade, mecanismo (ferimento fechado ou que penetra o crânio), ou outras características (como, por exemplo, ocorrência em um local específico ou em uma área ampla). Lesão na cabeça geralmente se refere a TCE, mas é uma categoria mais ampla, podendo englobar danos a estruturas que não o cérebro, como o couro cabeludo e o crânio.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Traumatismo_cranioencef%C3%A1lico

TCE PAF neurotraumatologia - dr. alexandre cruzeiro

Níveis de gravidade
A gravidade do TCE pode ser avaliada levando-se em consideração o nível de consciência do paciente segundo a escala de coma de Glasgow (ECG). Esta escala é aplicada pelos médicos e avalia três parâmetros que são: 1) abertura ocular; 2) melhor resposta verbal e 3) melhor reposta motora. A pontuação vai de 3 a 15. Quanto menor o valor obtido, pior será o trauma.

TCE leve – ECG-14 ou 15 pontos com história de perda de consciência e ou alteração da memória ou atenção maior que 5 minutos. Em crianças menores de 2 anos perda de consciência menor que 1 minuto.
TCE moderado – ECG- 9 – 13 pontos ou perda de consciência maior ou igual a 5 minutos e ou déficit neurológico focal.
TCE grave – ECG menor que 8 pontos.

Fonte: http://www.cenepe.com.br/duvidas-frequentes/saudes-doencas/traumatismo-cranioencefalico/

Traumatismo Cerebral Leve
Quando não há ocorrência de lesões sobre o cérebro ou não são diagnosticadas por exames laboratoriais, como o EEG, o Raio-X de crânio, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética, neste caso o estado clinico do paciente é leve.[1]
Os sintomas que aparecem sob a forma de manifestações somáticas, cognitivas, sensoperceptivas, emocionais ou comportamentais, o paciente apresenta múltiplas queixas de dor e desconformo, além de uma variedade de seqüelas psiquiátricas maiores que incluem estados psicóticos similares à esquizofrenia e transtornos do humor e ainda de síndromes de ansiedade variadas e convulsões.
Estes pacientes, embora em pequeno número, apresentam a síndrome pós-concussional, que pode perdurar por dias, meses, anos ou para o resto da vida. Tal quadro sintomático pode ser representado, em termos psicossociais, por extremas dificuldades em áreas críticas de funcionamento, como no trabalho, na escola, nas relações familiares e interpessoais e em atividades de passatempo ou lazer.

Sequelas
TCE pode causar uma série de efeitos físicos, cognitivos, sociais, emocionais e comportamentais, e o resultado pode variar de recuperação completa para deficiência permanente ou morte. No século XX, houve progressos substanciais no diagnóstico e tratamento que diminuíram taxas de mortalidade e melhoraram resultados. Algumas das técnicas de imagem atuais utilizadas para o diagnóstico e o tratamento incluem tomografia computadorizada e RMs ressonância magnética. Dependendo da lesão, o tratamento exigido pode ser mínimo ou pode incluir intervenções tais como medicamentos, cirurgia de emergência ou uma cirurgia anos depois. Fisioterapia, fonoaudiologia, terapia lúdica, terapia ocupacional e terapia visual podem ser empregadas para reabilitação.

Ver mais sobre sequelas do trauma  aqui 

Abaixo alguns dos meus exames de ressonância magnética :

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O acidente me causou um grande abalo emocional na época, o pós coma (o período de redescoberta acerca de si mesmo é uma fase muito complicada!), a volta ao trabalho a aceitação dos fatos, tudo foi muito difícil!

Esse período também me fez ter varias dúvidas, e crises em relação a minha fé. Me prejudicou muito na vida profissional, afetiva e social de modo geral.

Embora, graças a Deus não tenha tido sequelas físicas, desde então não me sinto a mesma. Talvez tenha sequelas emocionais e comportamentais com as quais ainda não aprendi a lidar.

Não foi avaliado por um médico que o trauma tenha alguma ligação com o aumento do meu fluxo menstrual desde então. Mas  esse aumento, foi um dos fatores apontados por um profissional, que pode ter  desencadeado minha anemia.

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ANEMIA 

A anemia é uma doença muito seria que infelizmente não é vista pela sociedade como um risco real até mesmo a vida do individuo que sofre seus sintomas.

Eu pretendo falar mais sobre o assunto por aqui, porque ano passado fui diagnosticada pela segunda vez com anemia (ANEMIA PROFUNDA) e fui tratada com remédios para o aumento de ferro no sangue.

Eu melhorei, mais o que os sintomas da doença desencadeou em minha vida no ano passado foram além de problemas de saúde.

Complicou meu desempenho no trabalho, minha relação com o namorado, problemas com amigos e familiares…

Até que fiquei sem emprego, sem namorado , e brigada com muita gente!

Para quem não sabe, alguns dos sintomas da ANEMIA são:

*Destaquei em negrito os sintomas que voltei a sentir nas últimas semanas*

Mal-estar, tontura e náusea
Queda de cabelo, unhas fracas e quebradiças, esclerótica azulada, pele seca;
Sonolência e dor de cabeça;
vertigens, atordoação, desmaio;
Taquicardia (ritmo do coração acelerado);
Claudicação (dores nas pernas), inchaço nas pernas;
Dispneia (falta de ar);
Inapetência (falta de apetite) ocorre frequentemente em crianças;
Queilite angular (inflamação da boca), atrofia de papilas linguais.
Depressão nervosa (perda de prazer em atividades), perda do interesse sexual;

fadiga generalizada/cansaço/indisposição (*menor disposição para o trabalho)
anorexia (falta de apetite)
palidez de pele e mucosas (parte interna do olho, gengivas)

dificuldade de concentração e falta de memória
problemas respiratórios; distúrbios mentais
batimentos cardíacos acelerados

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Sim! Eu me alimento bem!

E apesar de ser um dos sintomas não sinto falta de apetite. 

Provavelmente minha anemia voltou ( e voltou pior do que no ano passado ) e agora acompanhada dessas dores de cabeça na região em que sofri o trauma.

Claro, vou ao médico para receber o diagnostico correto, e volto pra contar para vocês se morro em breve ou não rs!

Enquanto isso minha melancolia está em alta, o que provavelmente vai render muitas postagens tristes, dramáticas e  chatas.

Mas eu preciso muito escrever! Mais do que nunca!

Obrigada a todos(as) que me enviam mensagens e e-mails, e que de alguma forma me apoiam ou desejam minha melhora! =D Obrigada!