Desengano

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Pensei que era mesmo ele
O ser a me libertar de estar exilada em mim
Não pensava haver outro abaixo daquela pele
Mas não foi assim

Fui consumida por minha própria ingenuidade
Enganada por meu próprio coração
Arrebatada de amor foi minha sanidade
E pelo crer cegamente recebi minha punição

Sofri o castigo da descoberta
E por minhas próprias lágrimas fui liberta
Ainda presa mim, mas livre dele

Há um exilio do qual nunca se pode fugir
Mas de enganos sempre poderemos partir
Novamente pertenço a mim, e não a ele

Jaqueline Bastos

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10 comentários sobre “Desengano

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