Julho

large (2)

Se pudesse teria segurado mais forte suas mãos, as aportunidades, as horas
e cada memoria de Julho

Mas agora faço juras para o que não pode mais ser alterado
Um tempo que passou, e não volta…
Ideias absurdas e fantasmas do ontem as vezes nos confundem
As vezes nos roubam do agora
Se em Julho pudesse ter segurado as lágrimas, contralado meu proprio medo
Vencido minha raiva e suportado a tristeza… Teria reconstruido o que quebrei,
e remontado a história enquanto ela existia

Se eu não partisse para longe depois de partir corações talvez estivesse inteira

Mas agora eu costuro as memorias para entender minha teia de açoes sem nexo

Sem saber que nada pode ser alterado

Aquela ideia de amor verdadeiro derreteu como gelo no calor das nossas intensões egoistas

E do prisma desse momento as cores sumiram

Nos evaporamos no tempo

E agora faço promessas de futuro que não cabem no hoje

Logo desaparecem como fumaça

Anúncios

2 comentários sobre “Julho

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s