Um quase, quase amor: Preciosidades

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Queria me lembrar exatamente quando foi que tudo começou. Seria a maior preciosidade de todo esse acumulo de lembranças, mas não me lembro.

Talvez tenha sido quando o branco da sua pele iluminou alguma segunda-feira escura.

Ou quando o castanho dos seus olhos trouxe atona em minha mente, os devaneios sobre o homem dos meus sonhos.

Pode ser que tenha sido naquele dia quando me devorou com os olhos enquanto eu lia.

Não sei.

Não sei sobre como começou, e temo saber quando, e como irá acabar.

Não quero só ter essas preciosidades em formas de lembranças.

Quero mais do que a memoria de um quase amor.

Quero você e todos os dias, meses e anos que  não tivemos, e que só existem aqui, nessa gaveta imaginaria onde guardo meus quases.

Quero seus braços ao redor de mim, e sua vida fundida a minha.

Quero a mágica de todos esses momentos impressos em nosso olhar, para que vejamos um no  outro o  que nunca havíamos visto antes.

Queria congelar os  momentos em que você fica me olhando …

São tantos olhares, quase nada de  diálogos.

Que sentimento estranho é esse que me impede de dizer o que precisa ser dito?

Mas que mesmo estando calada, grita alto?

Que amor estranho é esse que ainda sendo um quase, é  imenso e não cabe em mim?… necessito compartilhar, necessito dizer … não sei impedir …

É PRECIOSO DEMAIS, NÃO DEVERÍAMOS DESPERDIÇAR!

Deveríamos ao menos tentar …

Sair do quase …

AMAR.

 

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3 comentários sobre “Um quase, quase amor: Preciosidades

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